O cântico da terra Eu sou a terra, eu sou a vida. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba. CORALINA, C. Textos e contextos : poemas dos becos de Goiás e estórias mais. São Paulo: Global, 1997 (fragmento).

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Ciências Humanas Capitalismo e socialismo Média

ENEM 2020 — 2020 • #698

O cântico da terra Eu sou a terra, eu sou a vida. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba. CORALINA, C. Textos e contextos : poemas dos becos de Goiás e estórias mais. São Paulo: Global, 1997 (fragmento).

Questão sem imagem de apoio

  1. A Grileiros e controle territorial.
  2. B Meeiros e divisão de trabalho.
  3. C Camponeses e uso da natureza.
  4. D Indígenas e o manejo agroecológico.
  5. E Latifundiários e a fertilização do solo.

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